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13 de abr de 2010

Aquecimento global



Novos testes confirmam eficácia de vacina contra cancro da pele


Cientistas dos EUA estão a iniciar testes com uma vacina normalmente utilizada para combater o herpes e que mostrou ter efeitos positivos no tratamento do melanoma, o tipo mais perigoso de cancro da pele, avança a BBC Brasil.


Os especialistas do centro médico da Rush University, em Chicago, já realizaram duas fases de testes com a vacina, chamada OncoVEX®.


Na segunda fase, dos 50 pacientes submetidos ao tratamento, oito recuperaram completamente do cancro, enquanto outros quatro tiveram uma reacção positiva parcial e curaram-se com uma cirurgia.


Os pacientes com estadios avançados de cancro da pele costumam ter um prognóstico fraco de sobrevivência.


"Actualmente existem poucas alternativas de tratamento para pacientes com melanoma avançado, nenhuma delas satisfatórias. Por isso os oncologistas ficaram muito animados com os resultados obtidos", disse Howard Kaufman, director do programa de cancro da Rush University.


Descoberta acidental

Os cientistas descobriram que a OncoVEX® tinha efeito sobre o tecido canceroso quando a vacina foi acidentalmente aplicada numa amostra de células de tumor.


Esta inclui um vírus que foi modificado e convertido num agente que atinge essas células sem afectar as células saudáveis.


O tratamento também possui agentes biológicos que ajudariam a resposta do sistema imunológico ao melanoma. Segundo a Rush University, a vacina é injectada directamente nas lesões.


A terceira fase dos testes deve envolver 430 pacientes em todos os EUA. Cada um vai receber uma injecção nos tumores a cada duas semanas, até 24 sessões, e será acompanhado por dois anos.


O melanoma é o tipo mais raro, mas mais letal de cancro da pele, por causa da alta possibilidade de metástases.


Fonte:http://www.pop.eu.com/news/1550/26/Novos-testes-confirmam-eficacia-de-vacina-contra-cancro-da-pele.html




Albinismo



Em cães!

Seres humanos albinos são casos raros, que chamam a atenção das pessoas. A mesma coisa acontece nos animais, principalmente em cães que não têm a pelagem branca como característica da raça. O albinismo pode ser mais comum em algumas raças, especialmente, na Boxer.

Em outras, como é o caso do Daschshund, conhecido popularmente como Cofap ou Salsicha, o albinismo é um caso raro.

De acordo com o veterinário Ronivan Gobbi, “Algumas raças, como já foi citado anteriormente, realmente são propícias ao albinismo. Mas no caso dos Daschshund isso é raro, pois os cães dessa raça não tem característica branca na pelagem. No caso deles, a predominância é do preto com castanho, marrom claro e pinhão, e o arlecrim (que é a mistura do preto com o branco). Para acontecer este caso, o gen recessivo, que é o branco nesta raça, foi predominante”, explica Roni.

Cuidado para não fazer confusão
Cão albino é diferente de cão com pêlo branco. “Um animal com albinismo, não possui melanina. Por isso, requer cuidados fundamentais para evitar problemas de pele”, ressalta o veterinário.

A cor branca, na pelagem, é gerada por dois tipos de etiologia: a escassa produção da feomelanina, que pigmenta os pêlos em associação com a melanina, que faz parte das características biotípicas de certas raças, e a total ausência de produção da melanina, que pode estar limitada a uma determinada área da pelagem ou alastrar-se por inteiro, que é uma patologia congênita e hereditariamente transmissível.

De acordo com Roni, em cães com pelagem naturalmente branca, a produção de melanina é normal. Já em cães albinos, é a falta dessa substância que provoca a pele branca.

Riscos de um cão albino
O cão albino pode ter uma vida normal, como qualquer outro cão. Mas necessita de cuidados especiais, devido a falta de melanina. Conforme disse dr. Roni, a exposição ao sol para estes cães deve ser extremamente cuidadosa. “Cães albinos não podem ficar muito tempo expostos ao calor dos raios ultravioletas, pois caso isso aconteça é possível que o mesmo adquira graves problemas de pele, como dermatite, ou até, câncer de pele”, ressalta o veterinário.

Para evitar que isto aconteça é preciso passear com seu cão albino em horários onde a incidência do sol não seja tão forte, e ainda, ter o cuidado de passar protetor solar na pelagem do animal: “Seguindo estes cuidados, o cão albino tem uma vida normal, como qualquer outro animal”. Além disso, é aconselhável também, evitar lugares muito luminosos por causa dos olhos do cão. “Também se recomenda não cruzar cães albinos, para que o problema congênito não seja repassado de geração para geração”, salienta o veterinário.